Avanços tecnológicos e os cuidados com as crianças.
Fabricantes de brinquedos estão cada vez mais investindo em brinquedos tecnológicos, especialistas querem combinar brinquedos com as novas tecnologias. Educadores e pedagogos são unânimes e dizem que os pais não podem isolar o acesso das crianças as tecnologias, mas é supervisionados e moderados.
A criança na fase da pré-escola devem manipular objetos de preferência coloridos sem os recursos eletrônicos, assim ela esta aprendendo a diferença entre aprender brincando com os jogos criativos e atividades ao ar livre. Já as crianças de 6 a 14 anos passam a ter como foco o conhecimento tecnológico não apresenta uma ameaça, mas por si só os pais devem controlar o acesso desta criança a internet.
De acordo com Wagner Sanchez (coordenador pedagógico do Colégio Módulo de São Paulo),
As crianças na fase escolar tem como hábitos carregar pen drives, mp3, celular entre outros objetos eletrônicos, ele afirma que crianças entrem de 4 a 7 anos é a época na qual esta se desenvolvendo suas capacidades psicomotoras é importante que a criança esteja sempre praticando atividades esportivas e ao ar livre. Mas os recursos de cálculos e brinquedos específicos e softwares educativos ajudam no desenvolvimento do raciocino matemático.
Como exemplo, ele nos mostra que jogos como caçam palavras.
Antigamente as crianças ao brincar com carrinhos e bonecas praticavam a imaginação, pois não tinham nenhum recurso “extra”. Hoje com a ajuda da tecnologia esses recursos quando utilizados por muito tempo, podem limitar que as crianças venham a ter imaginação. É necessário que os pais participem das escolhas das atividades e para que isso tenha eficácia e preciso que os pais entendam e interajam com as crianças nessas atividades. Pouquíssimos pais participam dessas atividades podem ajudar no entendimento entre jovens e adultos por isso que se fala ” informatizar a escola não é oferecer computador” isso quer dizer que se precisa capacitar alunos e professores a adequar esses recursos em suas atividades.
Por: Simone Souza

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