Um comentário de " Para Maria da Graça"
Texto fácil de se ler, de se perder na gostosura das palavras do cronista. Ao comentar trechos do livro "Alice no País das Maravilhas", vai permitindo o degustar da sabedoria do livro e da sua própria. A vida é demasiadamente simples, nós é que somos demasiadamente complexos.
Paulo, fala sobre a corrida inutil, sobre as competições desnecessárias, cujos corredores nunca chegam a lugar algum. Nos envolvemos em questões que retiram energiam e nada acrescentam.
No final é tudo sobre a vida, se trata de como a vivemos, de como encaramos as dores reais e imaginárias. Entretanto, seja como for, diz o autor: "a dor deve ter sua própria medida", sabiamente continua: " é perigoso ultrapassar a fronteira da nossa dor".
Penso nas minhas próprias dores e, espero que a sabedoria divina me alcancem, para que eu saiba dar a devida proporção que cada situação merece. Espero que essa seja a lição para Maria e para vocês que leem estas linhas.
Mas é preciso experimentar a dor para poder analisá-la e definir os limites delas e os nossos.
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